Segunda-feira, 15 de Outubro de 2007

Filme "The Invisible" - Crítica

  Era Domingo, o tempo parecia que estava a mudar, por isso resolvi dar um salto ao cinema. Tinha visto o trailer no site da Apple , e, em abono da verdade, entre vários dos que lá estão, este despertou-me uma especial atenção.

  Invísivel é a tradução literal deste filme realizado por David S. Goyer , e com um esquadrão de produtores de filmes como Batman Begins e, em especial, O Sexto Sentido, tudo levava a crer que seria um filme bastante razoável. Tudo levava excepto...o filme em si, ou melhor, o guião, ou melhor, a falta dele.

  De facto, para além da tradução, também o filme irá ressoar nas nossas memórias de forma tão literal quanto o título. Repleto de clichés e situações forçadas, o Invísivel deixa os actores à mercê de um guião incongruente e retalhado, com personagens demasiado básicas e superficiais.

Tudo começa, quando um jovem, Nick , que vive com a mãe, em Seatlle , decide que é altura para novos voos, mais precisamente para Londres. Um conjunto de eventos, inacreditavelmente básicos, na escola, acabam por degenerar num ataque e na, suposta, morte de Nick . Manhã seguinte, e o nosso Nick aparece, vindo do bosque onde foi atacado, supostamente recuperado, para, afinal, reparar que está morto. Ninguém o consegue ver, mas ele também é impotente em fazer-se perceber. A história é mastigada por mais duas horas, com eventos tão estranhos como o Nick morto a transportar o Nick vivo à beira de uma barragem. Enfim, maçador e descontinuado.

De entre este marasmo de guião inacabado, acabamos por encontrar uma pequena pérola. Chama-se Margarita Levieva , e é uma jovem e talentosa actriz russa, que embora embrulhada neste filme incongruente, acaba por se conseguir destacar e deixar-nos água na boca para futuras aparições.

 

Dica: Alugue em DVD ou espere pela transmissão em canal aberto.


No ar...: Qualquer coisa para espevitar
publicado por Desenr@sc@do às 17:17

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Quinta-feira, 4 de Outubro de 2007

Nova edição de Blade Runner... o melhor filme de sempre.

Pois é, já passaram 25 anos e, desde então, nunca mais nada se lhe assemelhou. Falo-vos naturalmente do melhor filme de sempre e sim, sou absolutamente tendencioso e fundamentalista quanto a isto. Com uma beleza estética incomparável, apoiada numa cinematografia visionária e ainda assim simples; com uma banda sonora perfeita, e perfeitamente introduzida em cada sequência e, fundamentalmente, através de uma história que tem a particularidade dos grandes filmes – começamos a pensar nela no momento em que o filme termina.
Ridley Scott realizou esta obra-prima do cinema, e, desde 1982, em consequência do crescente interesse dos fãs, sentiu a necessidade de re-editar Blade Runner, retirando-lhe a voz-off de Deckard e acrescentando uma ou outra cena, das quais, a cavalgada do unicórnio branco é a mais notável.
Contudo, e nas vésperas das comemorações do 25º aniversário, Scott lançará a versão definitiva do filme, também chamada de “Final Cut”. Aparte de um quantos sortudos em Nova Iorque e Los Angeles, que poderão ver esta versão em cinema, o comum dos restantes replicants  terá que se contentar com a fabulosa edição de 5 discos (Blu-ray e HD-DVD) que sairão em Dezembro próximo.
Segundo o New York Times, esta é a versão que o realizador Ridley Scott sempre pretendeu que fosse vista. O filme foi assim, laboriosamente restaurado:
Os efeitos especiais que naquela época já eram extraordinários, continuam a sê-lo. Ainda que criados com base em modelos de miniatura. Ópticas e duplas exposições, parecem bem menos artificiais que a maioria (para mim, TOTALIDADE!) dos efeitos em cga que hoje se fazem. O scanning digital feito foi de cerca de 8000 linhas por frame, isto é, 4 vezes mais resolução que a maioria dos filmes restaurados até agora. O resultado parece quase tridimensional.
Quase 3 décadas depois, a geração digital vai poder ver uma obra prima. Sorte a nossa e, obrigado Ridley.
Estou...:
No ar...: Vangelis
Sexta-feira, 28 de Setembro de 2007

Trailer pela noitinha... [Be Kind Rewind]

Da prodigiosa imaginação de Michel Gondry...

 

Um homem, cujo cérebro fica magnetizado, acaba por destruir todas as cassetes VHS da loja do seu melhor amigo. Por forma a satisfazerem as exigências da sua mais leal cliente, uma velhota com sinais de demência, os dois amigos tentam recriar os filmes perdidos. De Regresso ao Futuro ao ao Rei Leão.

 

Com: Jack Black, Mos Def, Danny Glover e Mia Farrow.

 

Veja o trailer aqui:

 

 


Fonte: www.metacafe.com

Estou...: Cinéfilo
No ar...: Kanie West

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